No dia 23 de outubro, encontro trará reflexão sobre como o cinema e literatura passaram a narrar novas formas de criar vidas, e as consequências disso, a partir de obras como o romance Frankestein (1818); renomado crítico e pesquisador de cinema Carlos Primati será o oficineiro
A Praça CEU de Várzea Paulista recebe, no dia 23 de outubro, às 16 horas, a oficina ‘Frankenstein e sua prole: criação de vida artificial na literatura e no cinema’, do programa Pontos MIS, com o renomado crítico e pesquisador de cinema Carlos Primati, especializado em cinema fantástico. A partir do romance ‘Frankestein’ (1818), de Mary Shelley, e sua ‘prole’ (filhos) — adaptações para o cinema, reinvenções do livro e obras fantásticas posteriores —, o encontro abordará como livros e filmes passaram a narrar novas maneiras de criar vidas, as implicações na ciência médica e as discussões éticas e filosóficas.
No auditório, o público poderá conferir um verdadeiro panorama historiográfico que explicará como o cinema e literatura passaram a abordar a criação de vida artificial por meio de magia, alquimia e ciência, em vez da geração de seres humanos pela ação divina e da própria natureza. Entre as outras obras analisadas, estarão ‘Alraune’ (1911), de Hanns Heinz Ewers, e
‘Androides sonham com ovelhas elétricas?’ (1968), de Philip K.
A oficina tem a realização do MIS (Museu da Imagem e do Som), Governo do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura. A parceria entre o MIS e a Prefeitura de Várzea Paulista, por meio da Unidade Executiva de Cultura e Turismo, é essencial à realização da atividade. O programa tem apoio da Prefeitura de São Paulo e conta com vários patrocínios, apoios institucionais e outras parcerias.
A idade mínima para participar é de 16 anos. Não é preciso se inscrever.
A Praça CEU fica na Rua João Póvoa, s/n — Jardim do Lar.
Oficineiro
Carlos Primati atua, há muitos anos, como crítico e pesquisador de cinema, e é especializado na produção de filmes fantásticos de horror, ficção científica e fantasia. Também desenvolve estudos sobre o tema e escreve artigos em revistas e livros.
O pesquisador é oficineiro do Pontos MIS há dez anos e já ministrou cursos de cinema no MIS.