Pacientes aprovam novo corpo médico do HC

Casa Civil - Destaques
Instituto de Ciências da Vida (ICV) assumiu equipe médica em dezembro 
 
Desde dezembro do ano passado, o Hospital da Cidade (HC) tem seu corpo médico administrado pelo Instituto de Ciências da Vida (ICV). Atualmente, o hospital trabalha com quatro médicos durante o dia, sendo três Clínicos Gerais e um Pediatra. E outros três profissionais no período noturno, no qual dois são Clínicos e um é Pediatra. 
 
De acordo com o coordenador técnico do Pronto Socorro, Adalberto Bini, a nova equipe tem atuado com o intuito de oferecer um atendimento de ágil e focado no paciente. “Cerca de 60% dos médicos foram substituídos, atendendo a uma reivindicação da população”, informa. “A nova equipe tem conseguido bons resultados e a aprovação da maioria dos pacientes”, diz Adalberto. 
 
O médico pediatra, Décio Battistone é o atual coordenador pediátrico do HC. “É com alegria que trabalho em Várzea Paulista e temos nos esforçado para aprimorar o atendimento infantil do HC”, fala. “Muitas vezes eu atendo pessoalmente os pacientes”, afirma. 
 
Relatos e sugestões

As mudanças pelas quais o Hospital da Cidade tem passado nos últimos meses, têm sido observadas e avaliadas pelos pacientes. O morador do Jardim América IV, Luis Gonzaga Ribeiro conta que percebeu a diferença no atendimento. “Já passei no hospital outras vezes e hoje foi muito mais rápido. Tanto o atendimento, quanto a medicação”. 
 
A vendedora Jociane Nicolau, moradora do Jardim Paulista aprovou o atendimento recebido. “O médico foi atencioso e me encaminhou para a enfermagem. Tudo foi rápido”, conta. A paciente sugeriu que o hospital trabalhasse com mais médicos, nos dias de maior fluxo. “Às vezes está bem lotado, então para o atendimento continuar rápido a equipe precisa ser maior”, observa. 
 
Já Lílian de Moraes, moradora do Jardim Promeca, conta que levou seu bebê ao HC no domingo à noite e se surpreendeu. “Por ser um horário complicado, achei que iria demorar. Mas tudo foi tranqüilo, meu filho foi atendido e medicado”, fala. “Hoje eu que vim passar no médico, mas não tenho do que me queixar sobre o hospital”. Ela também dá seu parecer sobre o HC. “Por este ser o único hospital na cidade, como moradores, queremos que ele tenha mais serviços, mas sabemos que se a cidade tivesse mais recursos, com certeza fariam mais”, diz Lílian.  
 
Reformas
 
Também em 2013, o Hospital da Cidade passou por obras de reorganização, que melhoraram o fluxo dos pacientes. Entre os serviços que foram feitos estão a ampliação da sala de espera, a reorganização do acesso aos consultórios médicos, da sala de acolhimento e da classificação de risco. Além da criação de salas para Assistente Social e Ouvidoria.
 
“Com a reorganização do espaço, o fluxo de pessoas ficou menor em cada área do hospital (recepção e atendimento), o que facilita o acesso e dá mais tranqüilidade aos pacientes”, explica Bini. 
 
A classificação de risco também ficou mais ágil e encaminha direto para o médico, pacientes em estado de emergência e urgência. “Como trabalhamos com o atendimento humanizado, os pacientes mais graves tem prioridade, para evitar complicações”.  
 
Outro serviço que tem conquistado um bom retorno é a Ouvidoria. “Agora os pacientes podem dar suas sugestões, tirar suas dúvidas e esclarecer suas reclamações no próprio hospital”, informa. “Com um trabalho conjunto, buscamos resolver de forma rápida a questão”, afirma o coordenador. 
 
Mais melhorias
 
Com a conclusão do processo para escolha de uma Organização Social para realizar a co-gestão do Hospital da Cidade, que deve ser concluída até o final de fevereiro, a expectativa é que atendimento melhore ainda mais, conta Adalberto Bini.
 
Entre os critérios que a nova co-gestora do HC deve atender, estão a implantação de atendimento com médico ortopedista por 12 horas diárias, psicóloga, assistente social, orientador de fluxo e controle de visitas. “Serviço ortopédico, por exemplo, será muito importante, já que vai agilizar o atendimento das pessoas que sofreram algum tipo de traumatismo e diminuir o número de transferências”, relata o coordenador.